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ARREGACE AS MANGAS




Um debate inteligente e provocativo entre dois grandes empresários, com muita história para contar:
Max Gehringer é administrador e executivo ¿ entre outras funções, presidente da Pepsi-Cola Engarrafadora e da Pullman e Diretor Comercial e Industrial da Elma Chips. É também o cronista corporativo mais lido do Brasil, com textos bem humorados publicados nas revistas Exame e Você S/A, da Editora Abril. Autor de seis livros, palestrante e comentarista da rádio CBN.
Fernando Jucá atuou como empresário por mais de dez anos, aprendendo no dia-a-dia o que significa ter uma empresa no Brasil. Possui doutorado em Administração pela Fundação Getúlio Vargas, onde leciona em cursos de pós-graduação. Atualmente dedica grande parte de seu tempo para consultoria e palestras dirigidas a empresas que desejam acender o "fogo empreendedor" de suas equipes.

O que os levou a escrever esse livro? De quem foi a iniciativa?
Max:
Após uma palestra que fiz em Campinas, a Papirus me convidou para escrever o livro. Como a forma já estava definida - um diálogo - era preciso encontrar um parceiro com quem eu me identificasse. E o único nome que eu sugeri foi o do Fernando Jucá. Conheço o Jucá há dez anos, tenho uma enorme estima por ele como gente e como profissional. E, de certa forma, devo a ele o início de minhas atividades como palestrante, porque foi ele quem me convidou, em 1994, para fazer a primeira palestra de minha vida. Aliás, não só me convidou, como também teve que me convencer, porque eu achava que esse negócio de falar em público não era a minha praia...
Jucá: O convite partiu do Max e eu aceitei prontamente! Há muito tempo que alunos e clientes me pediam para "pôr no papel" o que costumávamos discutir na sala de aula ou em reuniões. Além disso, tinha certeza de que iria me divertir muito intelectualmente ao participar de um projeto com o Max - uma conversa com ele nunca fica no lugar-comum.

Qual o objetivo de vocês com esse debate?
Max:
O objetivo é bastante amplo. Encampa desde um jovem que tem uma idéia e não sabe bem como colocá-la em prática, até um profissional que trabalhe em uma empresa e tenha dúvidas de como fazer suas propostas serem aceitas pelos chefes. Como eu e o Jucá temos experiência como empreendedores - ele, como empresário e eu, como empregado - procuramos juntar nossas histórias de dificuldades, fracassos e sucessos, para ajudar o leitor a enxergar e avaliar sua própria situação, e dar o próximo passo.

Como foi a experiência de escrever um livro em parceria?
Max:
Esse conluio literário entre o Jucá e eu será, muito provavelmente, um filho único. O que eu espero é que nossa parceria inspire outras pessoas a relatar suas histórias de vida. Mas a experiência de ir criando o livro, parágrafo a parágrafo, foi extremamente gratificante. Tanto que, de repente, a Beatriz da Papirus nos disse "Tudo certo, já temos material suficiente" e nós nem percebemos que tínhamos abordado tanta coisa em tão pouco tempo.
Jucá: Sou fã de carteirinha do Max. Basta ler o livro que você vai descobrir o motivo. Para escrevê-lo, trocamos e-mails durante meses. Acabei me acostumando a abrir minha caixa postal e encontrar um novo texto inteligente do Max. Acho que é o mesmo prazer que os fãs de um seriado ou novela têm. Não temos nenhum trabalho em conjunto programado para um futuro breve. Você conhece aquela sensação de último capítulo de novela? A pessoa chora duas vezes: de emoção, com um final que geralmente é feliz, e de tristeza, já que ela ficará dali em diante sem sua novela preferida. É assim que estou me sentindo. Tomara que o leitor também sinta esse gostinho de "quero mais!".

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