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A ARTE DA DEGUSTAÇÃO

Poucas coisas são tão prazerosas quanto degustar um bom vinho. Ao menos é o que pensam Antonio Calloni, Ignácio de Loyola Brandão, Frei Betto, Ed Motta, Fernando "Xuxa" Scherer, Suzamara Santos e milhões de mortais menos conhecidos, mas nem por isso menos chegados ao hábito de saborear o presente de Baco à humanidade.

Pena que nem todos podem escrever um livro com suas impressões sobre a degustação... ou podem? Essa é a proposta inovadora de A arte da degustação: Livro de anotações, obra organizada por Fernando Cornacchia que acaba de ser lançada pela Papirus Editora.

"Degustar é beber pensando. Todos podem praticar essa arte tão gostosa para o seu próprio prazer, bastando para isso aprender algumas técnicas e diferenciações essenciais. Pensamos então em fazer um livro que fosse bonito e prático, que trouxesse informações técnicas, mas também tivesse espaço para impressões pessoais de seu leitor", diz Cornacchia.

Para atingir esse objetivo, a obra traz um texto sobre técnicas de degustação escrito por Arthur Azevedo, um dos maiores especialistas em vinho do Brasil e atual presidente da Associação Brasileira de Sommeliers - São Paulo. Nas primeiras páginas do livro, Azevedo explica como um vinho deve ser bem apreciado, em linguagem simples e direta. "A degustação de vinhos deveria fazer parte da Declaração Universal dos Direitos do Homem", brinca o enólogo.

Na seqüência, o livro oferece 52 fichas de degustação, adaptáveis à metodologia da preferência de cada leitor, com espaço para anotações de cunho pessoal – ocasião em que a bebida foi apreciada, convidados presentes, impressões etc. – e para coleção de rótulos.

Por entre as páginas da obra há pitadas de um “tempero” literário: personalidades amantes da bebida compartilham opiniões, histórias, experiências e preferências. O ator e escritor Antonio Calloni, a jornalista Suzamara Santos, o atleta Fernando Scherer, o teólogo Frei Betto, o músico Ed Motta e o escritor Ignácio de Loyola Brandão contam como acharam suas verdades no vinho.

"Trata-se de uma obra interativa e única, porque só fica pronta depois de receber os escritos do leitor", conclui Cornacchia.

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