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A MAIS SINGULAR DAS ARTES

Papirus traz para o Brasil novo livro de Jacques Aumont

A Papirus Editora traz para o Brasil Moderno? Por que o cinema se tornou a mais singular das artes, livro de um dos mais destacados pensadores do cinema na atualidade, o ensaísta Jacques Aumont. Professor da Universidade de Paris III - Sorbonne Nouvelle, Aumont aborda na obra como o cinema foi atravessado de modo constante em diversos níveis por questões e valores da modernidade, aos quais respondeu de maneira atrasada. Ao mesmo tempo, coloca o autor que sacudiu a redação dos Cahiers du Cinéma no final dos anos 60, essa defasagem permitiu que o cinema não apenas sobrevivesse (como a pintura, por exemplo), como também vislumbrasse a possibilidade de uma segunda modernidade.

"Moderno? Por que o cinema se tornou a mais singular das artes pensa o cinema e sua singularidade no universo das artes. Nas idas e vindas de sua escritura particular, Aumont vai traçando um quadro da revolução estilística cinematográfica no século XX, tendo sempre a questão da modernidade como norte", diz o professor de Cinema da Unicamp Fernão Pessoa Ramos, no prefácio da obra. Para ele, o ponto estimulante do livro é que o autor consegue abordar a modernidade no cinema, fugindo das armadilhas do tecnicismo evolucionista.

O livro faz parte da coleção Campo Imagético, ao lado de outras obras consagradas como Introdução ao documentário, de Bill Nichols, e As teorias dos cineastas, do próprio Jacques Aumont.

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