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Práticas de avaliação formativa ao alcance dos docentes

Todo mundo já foi estudante e, provavelmente, sempre achou ruim ter seu aprendizado avaliado apenas por uma prova, em um dia. Atrasos, "brancos" e doenças são só alguns exemplos do que pode dar errado no dia. Na busca por uma maneira melhor de avaliar os alunos, surge o conceito de avaliação formativa, que é abordado no livro Avaliação formativa: Práticas inovadoras, lançamento da Papirus Editora organizado por Benigna Maria de Freitas Villas Boas.

Segundo Benigna, a avaliação formativa "constata o que o estudante já aprendeu e o que ainda não aprendeu, mas não se contenta com isso. Com base nas informações coletadas, promove meios para que cada um aprenda o que é necessário para o prosseguimento dos estudos. Diferentemente da avaliação classificatória, que apenas constata, a formativa gera ação, isto é, promove intervenções pedagógicas".

A autora explica no livro como os professores devem fazer para implantar esse sistema nas escolas. A dica é não basear as avaliações apenas nas provas escritas, como é feito tradicionalmente. A ideia não é acabar com as provas tradicionais, escritas, mas sim alterar o valor dado a esse procedimento e a maneira como é feita a avaliação. "Por meio de procedimentos formais e informais, os professores acompanham e analisam o progresso dos estudantes. A prova é um dos procedimentos formais."

Benigna aponta ainda outra estratégia fundamental do método da avaliação formativa: o uso de autoavaliações e avaliações entre os colegas. "A autoavaliação, de modo particular, é essencial a essa avaliação porque possibilita ao estudante acompanhar seu próprio progresso, buscar novos meios de aprender e criar novos objetivos de aprendizagem. Esse é um dos aspectos da democratização do trabalho escolar", conclui.

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