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SET/2018 - PNLD Literário 2018

Conheça nossos livros que foram selecionados para o PNLD deste ano:



"A culpa é da pipoca", de Dayse Torres
Um passarinho, Tico, pousou bem no alto da minha cabeça. Chamou a namorada, Lica, e construíram um ninho. Logo nasceram os filhotes e - nossa! - começou a acontecer tanta coisa por ali... Apesar da confusão, acabei gostando tanto do Tico e da Lica que resolvi escrever essa história.


"O jardim de cada um", de Nye Ribeiro
Com um texto singelo e ilustrações coloridas, o livro é destinado a crianças de 4 a 8 anos. Além do prazer despertado pela leitura, a obra vem acompanhada de sugestões de atividades, orientando o professor para a realização de um projeto, envolvendo as áreas: Português, Ciências, Educação Física, Educação Artística e Filosofia. Desenvolver a ideia de confiança no mistério da natureza, respeitando suas leis naturais e seus ciclos de vida e morte; refletir e trabalhar com a noção de cuidado; vivenciar situações de paz, confiança e autoestima; despertar a consciência da necessidade de ecologia interna e externa - são alguns dos objetivos propostos pela própria autora no trabalho com os leitores.


"Os sete arcos de Íris", de Heloisa Prieto
Qual é sua história preferida? Íris é uma garota que inventou um começo de história e nunca mais parou de escrever e desenhar aventuras. Conheça Cinzudo, Pretonobranco e Florício, os estranhos e divertidos moradores do planeta de sete sóis, ilhas, grutas e arcos coloridos de Íris. Descubra os sabores e as emoções das cores. Faça uma visita a um dos lugares mais queridos da imaginação de todos os mundos jamais sonhados.


"Queria brincar de mudar meu destino", de Gilvã Mendes
"Esse livro é a história de um amor quase impossível entre um jovem e a poesia. Um amor tão forte e avassalador que superou barreiras - a começar por uma barreira feita de duas rodas. Vítima de paralisia cerebral e preso a uma cadeira de rodas, com dificuldades de falar e até de movimentar os dedos, Gilvã Mendes é uma síntese de marginalidades: além de portador de deficiência física, é pobre, negro e nordestino. Vive em uma comunidade popular de uma cidade - Salvador - repleta de ladeiras e carente de calçadas. A discriminação fez com que demorasse a ser aceito na escola. Seu refúgio e seu horizonte estavam na escrita, onde aprendeu a voar - e voar tão alto que virou escritor. Queria brincar de mudar meu destino mostra como o prazer da palavra, essa encantada brincadeira de descobrir e mudar o mundo pela expressão, abriu possibilidades entre tantas impossibilidades. Só mesmo uma grande paixão para fazer uma cadeira de rodas voar." Gilberto Dimenstein


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